segunda-feira, 7 de abril de 2014

FAZER O BEM, MAS OLHAR A QUEM !

Se alguma mulher crente tem viúvas em sua família, deve ajudá-las. Não seja a igreja sobrecarregada com elas, a fim de que as viúvas realmente necessitadas sejam auxiliadas. (1 Tm 5.16).
Essa instrução de Paulo a seu discípulo (e pastor) Timóteo nos lembra que o auxílio aos necessitados deve obedecer a certos critérios.
Embora Paulo tenha se convertido após os fatos narrados e Atos 6, certamente ele deve ter conhecimento dos mesmos.
No começo da Igreja Primitiva, a primeira querela não teve a ver com doutrina, mas sim, com o cuidado aos necessitados. Os convertidos não-judeus (a Bíblia os chama “gregos”) reclamaram que as viúvas desse grupo social não estavam sendo tão bem atendidas como as viúvas judias. Isso levou à instituição dos diáconos.
O cuidado com os menos favorecidos tornou-se, portanto, uma preocupação constante da Igreja Primitiva, o que ainda prossegue nos dias atuais, na esmagadora maioria das denominações evangélicas.
Mas vivendo num país com tantos milhões de pobres e miseráveis (apesar das ruidosas campanhas do governo petista de que “vai tudo bem”), é claro que sempre haverá pessoas a socorrer. O próprio Jesus afirmou que sempre teríamos os pobres conosco (João 12.8).
E além dos pobres, há os espertalhões, de todas as classes sociais. Se existem pessoas que se propõe a fraudar o Bolsa-Família e assemelhados, por que não haveriam pessoas dispostas a fazer o mesmo com as igrejas evangélicas, bem mais vulneráveis ?
Uma igreja evangélica comum dificilmente terá fiscais, assistentes sociais, arquivos detalhados, e todo o aparato burocrático necessário para se verificar se as pessoas que estão sendo auxiliadas. Dessa forma, é perfeitamente possível que o alimento vá para as “raposas” em vez das “ovelhas”.
Portanto, a diretriz do Apóstolo dos gentios é realmente válida: os realmente necessitados é que devem ser auxiliados. Isso vale para todos: viúvas, órfãos, aposentados, pensionistas, autônomos, etc. Cabe a nós estabelecer critérios válidos de verificação dessa real necessidade, e colocá-los em prática.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

TODOS SERÃO SALVOS ?

Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. 1 Timóteo 2:3-4
Sobre essa passagem bíblica, pode-se construir um perigoso sofisma:
Premissa 1 – Deus quer que todos se salvem
Premissa 2 – Os planos de Deus não são frustrados, Ele faz o que quer (Isaías 46.10; Jó 23.13)
Conclusão: todas as pessoas vão se salvar no final, todos os caminhos levam a Deus.
Então, comamos e bebamos, por que no fim vai dar tudo certo. Afinal, Deus é brasileiro, não é mesmo ?
Esse tem sido o pensamento de muitas pessoas que caminham a passos largos para a perdição eterna. Um pensamento errado, um sofisma, uma falácia, sem dúvida alguma.
A salvação pode ser perdida. Se não pudesse, por que Deus nos avisaria para vigiarmos (Marcos 13.37) e para guardarmos o que temos, a fim de não perdermos nossa coroa ? (Ap 3.10)
Além disso, a narrativa bíblica nos fala do tormento eterno no Lago de Fogo (Apocalipse 20.14-15) e da fumaça do tormento que sobre para sempre (Apocalipse 14.11). Nada disso seria mencionado na Bíblia se todos fossem salvos.
O que nos permite concluir que o desejo de Deus para que todos sejam salvos não é ABSOLUTO, mas LIMITADO.
Deus limitado ? Como pode ser ? Quem o limitou ?
A resposta é : ELE PRÓPRIO.
O desejo de Deus é limitado pela Sua própria justiça.
Essa justiça se manifesta nas seguintes passagens bíblicas:
Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. Marcos 16:16
Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. João 3:18
O que nos permite concluir que o “desejo” de Deus se assemelha à vontade que qualquer pai ou mãe tem de que seus filhos se tornem cidadãos de bem ao crescer, o que não impede que esses filhos apodreçam em penitenciárias por crimes bárbaros, cometidos à revelia da instrução paterna.
Da mesma forma, a vontade (ou desejo) de Deus pela salvação geral não impedirá que as pessoas sejam lançadas no inferno por seus pecados, cometidos à revelia do Salvador.

É por esse motivo que o IDE de Cristo (Mateus 28) se mostra tão urgente. Pois após esta vida, não há mais esperança de mudar nosso destino eterno. Se houvesse, a pregação do Evangelho ficaria em segundo lugar, e a prática das boas obras seria o carro-chefe da doutrina cristã.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

QUANDO O OBREIRO É RÉU

Não aceite acusação contra um presbítero, se não for apoiada por duas ou três testemunhas. 
Os que pecarem deverão ser repreendidos em público, para que os demais também temam. (1ª Timóteo, 5.19-20)

Merece nossa atenção esta recomendação de Paulo sobre como deveriam ser tratadas acusações (de todos os tipos, o apóstolo não especifica) contra os obreiros.
Por OBREIROS, quero dizer de AMBOS OS SEXOS: homens e mulheres, obreiros e obreiras.
Quando Paulo se refere a PRESBÍTEROS (ou anciões), nada impede que, por analogia, seja aplicada essa regra a pastores, diáconos, e qualquer classe e obreiro que exista ou venha a existir na igreja.
Em primeiro lugar, a acusação não pode ser anônima. Precisa haver testemunhas que comprovem o que foi afirmado. Claro que nem tudo se resume à prova testemunhal. Podemos ampliar esse conceito para todo tipo de provas: fotos, vídeos, uma declaração escrita firmada em cartório, documentos idôneos em geral, e todas as demais provas admitidas no ordenamento processual brasileiro.
Com isso, podemos excluir as provas anônimas, as inidôneas (uma filmagem desfocada, por exemplo), as provas obtidas por meios ilícitos (um “grampo telefônico” ilegal), dentre outras.
Em segundo lugar, a acusação não pode ser isolada, ou seja, partir de apenas uma única fonte. Claro, uma única fonte pode COMEÇAR o processo acusatório, mas a partir dali se deduz que deve haver uma investigação para se colherem mais elementos a fim de esclarecer o fato. Podemos usar, inclusive, as regras inquisitoriais e processuais existentes no direito brasileiro. Se a lei dos homens, falha e imperfeita, concede o direito da ampla defesa e do contraditório, com muito mais razão a Igreja deve conceder esses direitos ao obreiro que está sendo acusado de algo que vá de encontro aos ditames bíblicos.
Em terceiro lugar, Paulo fala da repreensão pública aos faltosos. Se aplicadas as orientações que falamos no parágrafo anterior, fica bem claro que essa repreensão acontecerá apenas AO FINAL do processo investigatório (a cargo do regimento e estatuto de cada igreja), E SE COMPROVADA a acusação e que o obreiro incidiu na conduta delituosa.
Essa repreensão, é claro, pode ser algo mais que um “sermão oral” ao obreiro. Entendo que podem muito bem ser aplicadas, por analogia, outras leis brasileiras que tratem do assunto. Por exemplo, para funcionários públicos geralmente são estabelecidas as penalidades de advertência (verbal ou escrita), suspensão por até 90 dias, e demissão, sendo consideradas: a natureza da infração, sua gravidade e as circunstâncias em que foi praticada; os danos dela decorrentes; a repercussão do fato; os antecedentes do infrator.
Por fim, o Apóstolo estabelece ainda que a repreensão seja em público, “para que os demais também temam”. Como conciliar esse “em público” com a lei brasileira, que restringe a exposição da imagem da pessoa (mesmo dos infratores) ? Chamar o o obreiro na frente da congregação, num dia de maior frequência ao culto, e ali expôr o caso e a penalidade, podem resultar num processo judicial de indenização por danos morais !
Mas a Bíblia é clara: o caso não pode ficar “em segredo”; deve servir de exemplo a todos, para evitar a sensação de impunidade.
Desta forma, devem-se buscar alternativas para se dar PUBLICIDADE ao caso, mas sem que isso abale a honra e a dignidade do obreiro, sem que isso cause dor, sofrimento ou exposição indevida em razão de situação constrangedora.
Um exemplo é transformar o ocorrido em um resumo, lido na reunião periódica dos obreiros locais e afixado no quadro de avisos da igreja (caso haja). O obreiro punido não precisaria estar presente.
Claro que estas breves considerações não esgotam o assunto. Num país continental como o nosso, com milhares de igrejas e denominações evangélicas, surgirão muitas situações exóticas. Mas o bom senso, o respeito às leis (seculares e bíblicas), e principalmente a orientação do Espírito Santo, poderão resultar em uma disciplina séria, na medida certa, que puna o obreiro ofensor mas sem fechar-lhe a porta da restauração ministerial.

Aliás, diante de tantos escândalos em igrejas, essas recomendações de Paulo são atualíssimas.

quinta-feira, 27 de março de 2014

CLONAGEM DE IGREJAS

 Chamou-me a atenção no site SEMENTE DA FÉ artigo referente à chamada CLONAGEM DE IGREJAS.
Nada mais é do que a utilização indevida de marcas tradicionais no meio protestante (evangélico). 
Na prática, isso significa que qualquer pessoa disposta a alugar ou emprestar uma salinha, pode colocar uma placa escrita “Igreja Assembléia de Deus” (ou Batista, ou Metodista, etc) e passar a reunir pessoas com fins religiosos (ou nem tanto). 
Isso é consequência direta do direito constitucional de liberdade religiosa, como também, do fato de que referidos nomes já caíram no domínio público (a Assembléia de Deus, por exemplo, já é centenária).
Por que essas novas igrejas insistem em usar velhos nomes ? Ora, pelo apelo popular, é claro. 
E por que esse apelo é tão necessário ? Certamente devido à concorrência religiosa feroz que se estabeleceu nos grandes centros urbanos, o que leva à escolha de nomenclaturas religiosas em que se misturam os nomes tradicionais e expressões apelativas ou cômicas, criadas alegadamente a partir de “experiências místicas”. 
E o que é pior: quem faz isso não comete nenhum ilícito, seja penal, seja civil.
Isso porque não existe nenhum tipo de controle, público ou privado, sobre as igrejas que são abertas (e nem poderia, por freio constitucional), muito menos sobre as lideranças escolhidas (ou auto-escolhidas).
As convenções de igrejas não são obrigatórias para ninguém, e mesmo nessas, não existe um controle tao rígido sobre como e o quê cada igreja-membro realiza, a não ser em casos extremos de heresia.
Dessa forma, pessoas mal-intencionadas ou simplesmente ignorantes quanto aos rudimentos da fé podem abrir uma facção religiosa e ensinar o que bem entenderem, contanto que não vá de encontro às leis pátrias. 
Com isso, “a porteira está aberta” para o surgimento de toda sorte de heresias e exageros. 

Teologia da Prosperidade, Confissão Positiva, Triunfalismo, Misticismo, Naturismo (sim, igrejas de gente “pelada”), Homossexualismo, são apenas alguns dos “fogos estranhos” que vemos hoje em dia. 
Não se cometa aqui o erro de generalizar, dizendo que TODAS essas igrejas “clonadas” são arapucas, armadilhas para tirar dinheiro dos incautos, etc. Essa não é a nossa fala. Isso qualquer igreja pode vir a ser (inclusive as mais tradicionais e históricas), basta um descuido na doutrina e na vivência eclesiástica. Portanto, não é isso que está em jogo.
Segundo o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), essa “clonagem gospel” resulta, às vezes, em líderes sem qualquer preparo teológico ou eclesiástico, e visam apenas explorar a boa-fé-alheia, o que acaba afastando muitas pessoas do Evangelho, desiludindo-as com as igrejas em geral; além de sujar o nome das igrejas tradicionais, inclusive no aspecto financeiro (SPC, SERASA, etc). Mas reconhece que mesmo isso tem o seu lado positivo, já que também é um meio de semear o Evangelho ainda que por “mãos tortas”.
Embora o prejuízo maior seja das igrejas tradicionais, elas não podem ser responsabilizadas pelos escândalos e desmandos de pessoas que não fazem parte de seu corpo eclesiástico. Além disso, essas igrejas tradicionais não possuem nenhum mecanismo legal para coibir essa “clonagem”. Quando muito, podem pedir à “igreja clone” a mudança do nome, ou ainda, acionar a Justiça apenas e tão somente no caso de um nome já registrado (o que é bem raro).
Não se pode esquecer que as igrejas históricas e tradicionais, mesmo a maioria das pentecostais, tem um processo de seleção de membros e lideranças, de prestação de contas, possuem estatutos e regimentos, enfim, possuem uma forma de controle e transparência certamente maior e melhor que muitas “igrejas Dolly”.
E chegamos a um ponto que acredito importante sobre os desigrejados: é inegável que muitos deles deixaram de congregar em igrejas evangélicas. Os motivos são os mais variados, mas principalmente, os desmandos e maus-tratos a que foram submetidos.
Dessa forma, podemos concluir que muitas “igrejas clones” na verdade são “fábricas de desigrejados”. Que Deus tenha misericórdia de nós !


quarta-feira, 26 de março de 2014

REFLEXOS DA AUTORIDADE PASTORAL

A autoridade pastoral é uma arma poderosa, porém às vezes, é mal utilizada no trato com as ovelhas.
Existem obreiros que são autoritários demais.


Outros, usam sua autoridade muito menos que poderiam, alegando "amor e tolerância".
Existem, ainda, aquelas ovelhas que se insurgem dizendo: "não precisamos obedecer ninguém", "o pastor (obreiro) não é nosso dono", etc.
Mas o que a Bíblia nos ensina ?
Vejamos a conduta pastoral do jovem Timóteo, filho na fé do Apóstolo Paulo.
Partindo eu para a Macedônia, roguei-lhe que permanecesse em Éfeso para ordenar a certas pessoas que não mais ensinem doutrinas falsas, e que deixem de dar atenção a mitos e genealogias intermináveis, que causam controvérsias em vez de promoverem a obra de Deus, que é pela fé. (1 Tm 1.3-4).
Timóteo, exortado por Paulo, deveria ORDENAR a alguns crentes rebeldes como deveriam se comportar. Não pedir, não aconselhar simplesmente, mas ORDENAR.
O verbo “ordenar” aparece ainda 4 vezes nas cartas a Timóteo.
Ordene e ensine estas coisas (1 Tm 4.11)
Ordene estas coisas para que sejam irrepreensíveis (1 Tm 5.7)
Ordene-lhes que pratiquem o bem, sejam ricos em boas obras, generosos e prontos para repartir. (1 Timóteo 6:18)
Ordene aos que são ricos no presente mundo que não sejam arrogantes, nem ponham sua esperança na incerteza da riqueza, mas em Deus, que de tudo nos provê ricamente, para a nossa satisfação. (1 Timóteo 6:17)
Essa autoridade se estendia até mesmo aos escravos cristãos.
Todos os que estão sob o jugo da escravidão devem considerar seus senhores como dignos de todo o respeito, para que o nome de Deus e o nosso ensino não sejam blasfemados. (1 Tm 6.1)
Os que têm senhores crentes não devem ter por eles menos respeito, pelo fato de serem irmãos; pelo contrário, devem servi-los ainda melhor, porque os que se beneficiam do seu serviço são fiéis e amados. Ensine e recomende essas coisas. (1 Tm 6.2)
Paulo poderia simplesmente ordenar que os escravos cristãos se rebelassem, ou que os senhores cristãos libertassem seus escravos. Por que ele não fez isso ? Seria ele a favor da escravidão ? Claro que não. O contexto das outras cartas de Paulo nos permite concluir que o Apóstolo dos Gentios sabia que a escravidão ainda não poderia ser excluída da sociedade antiga, mas poderia ser amenizada pela vivência cristã. E nesse ponto, instrui Paulo a Timóteo que este RECOMENDASSE essas coisas, ou seja, não era um simples aconselhamento. Eram INSTRUÇÕES, como lemos no texto seguinte:
Se você transmitir essas instruções aos irmãos, será um bom ministro de Cristo Jesus, nutrido com as verdades da fé e da boa doutrina que tem seguido. (1 Timóteo 1:3-4).
Ah, mas com certeza esse era um caso isolado”, dirão os mais liberais. Será mesmo ?
Vejamos outro líder cristão, TITO, discípulo de Paulo.
É isso que você deve ensinar, exortando-os e repreendendo-os com toda a autoridade. Ninguém o despreze.Tito 2:15.
Ensine os escravos a se submeterem em tudo a seus senhores, a procurarem agradá-los, a não serem respondões e a não roubá-los, mas a mostrarem que são inteiramente dignos de confiança, para que assim tornem atraente, em tudo, o ensino de Deus, nosso Salvador. Tito 2:9-10
Novamente, vemos repassada à Tito a mesma postura ensinada a Timóteo.
Conclusão: pastor não é um simples “guia”, “tutor”, “ensinador”. É alguém que detém autoridade de Deus para guiar as ovelhas. 
Por isso, essa autoridade deve sempre ser usada com muito cuidado e sabedoria.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014


   A morte de um adolescente no distante Quirguistão, vitimado pela PESTE BUBÔNICA (noticiado na revista AVENTURAS NA HISTÓRIA, ED. ABRIL, ED. 123, OUT/2013), serviu para lembrar ao mundo que essa doença não é apenas

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Cristão que enfeita sua casa para o Natal é idólatra?


FONTE: BLOG DO CIRO
Na Palavra de Deus, encontramos mandamentos claros quanto à idolatria. Em 1 Coríntios 10.7,14 está escrito: "Não vos façais, pois, idólatras [...]; meus amados, fugi da idolatria". E, em 1 João 5.21, lemos: "Filhinhos, guardai-vos dos ídolos". Mas, o que é idolatria, de acordo com as Escrituras?

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

OBREIROS FARISEUS

A palavra Fariseu tem o significado de "separados", "a verdadeira comunidade de Israel", "santos".

Mas desde os tempos de Cristo, a palavra "fariseu" ganhou um sentido

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

PALAVRAS QUE TODO(A) PASTOR(AS) DEVE EVITAR

Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificação, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem. Ef 4.29.


Estas são recomendações paulinas a todos os crentes, mas especialmente aos obreiros.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

AS MAIORES MENTIRAS DAS HERESIAS



Amados, não CREIAIS a todo espírito, mas PROVAI se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. (1ª João cap.4.1)



Muitas das falsas doutrinas são rejeitadas logo de cara pelos cristãos fundamentalistas e pelos judeus, porque a Bíblia ordena:

terça-feira, 27 de agosto de 2013

COMO CRIANÇA EU QUERO SER...

Em diversas passagens bíblicas, somos exortados a crescer e amadurecer na fé. A MATURIDADE CRISTÃ deve ser um dos principais alvos de nossa vida evangélica.

sábado, 24 de agosto de 2013

UM EXEMPLO DE CRISTO




João 3.16 é uma das passagens bíblicas mais conhecidas dos cristãos. 

É chamada por alguns de "o texto áureo da Bíblia". 

A narrativa simples e sucinta

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

ELE SERÁ CHAMADO NAZARENO

Mat 2:23 E chegou, e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno.

Onde está esse versículo ? Em lugar algum do AT, pelo menos não claramente. Será que a Bíblia errou?

A DESONESTIDADE NA POLÍTICA

Por que há tantos políticos desonestos ?


Em primeiro lugar, porque há eleitores desonestos, e não são poucos.

E nesse mar de eleitores desonestos, infelizmente, estão muitos  evangélicos, inclusive obreiros.

A corrupção eleitoral está